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sexta-feira, 23 de setembro de 2011

Coisas do meu Quixeramobim

Foto: Elistênio Alves
Existem determinados tipos de coisas que só existem no meu Quixeramobim. Comentava outro dia com alguns amigos sobre isso. São pessoas, cismas, crendices que se tornam características de nossa terra. Citarei algumas que certamente verá que falo a verdade.

Quem não conhece o ditado ecoado por ele nas ruas como frase de vida: “ quem pode mais do que Deus?”. Seu Lindival, que sempre anda com o rádio debaixo do braço, e a bengala na mão. Nas ruas faz o maior sucesso com sua simpatia e seu jeito aperreado e “zuadento” de falar. E que tal as irmãs lá dos Paus Brancos, Socorrinha e Carminha. As duas possuem como característica marcante a veia política.

Quem nunca foi à feira do “troca” todo domingo pela manhã no mercado público! Encontra-se de tudo e mais um pouco por lá, desde um pequeno parafuso a um raio de uma bicicleta, vale ressaltar, que tudo que é trocado e não se tem direito à devolução.

Na culinária, Quixeramobim também possui suas particularidades. Quem nunca provou do feijão da Vanda! É raro um quixeamobinense não ter ainda sentado debaixo daqueles tamarindos para saborear os quitutes do “Kanto de Casa”. A panelada mais conhecida de toda a cidade, sem sombra de dúvida, é a da Dona Raimunda. Aos domingos tem que chegar cedo para garantir a merenda “pesada” em frente ao cemitério.

Certamente existem outras coisas curiosas e outras figuras que retratam a cara do povo de Quixeramobim.  São características cotidianas como essas que formam a identidade permanente “desta terra, valente e altaneira, de prestigio e renome sem par”.

Postado por: Elistênio Alves é integrante do Iphanaq e Ponto de Cultura Patrimônio Vivo.

Fonte: Coluna Banquete Geral/ Sistema Maior de Comunicação

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